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ABSENTEÍSMO: Controlar somente não
é tudo, é preciso pesquisar as causas!
Absenteísmo ou ausência
ao trabalho, ainda é um grande desafio
para os pequenos e médios empresários.
Segundo pesquisas realizadas, os motivos que levam
o trabalhador ao absenteísmo são
os mais variados possíveis, porém,
dois deles nos chamam atenção: Drogas
e Alcoolismo.
Em 2004, uma pesquisa com as maiores empresas
de Feira de Santana indicava um absenteísmo
médio de 2,7%. Agora em 2005, pesquisamos
07 empresas, e o índice caiu para 1,66%,
isso indica que as organizações
se atentaram para o fato e buscaram alternativas
para reduzir tal índice.
O volume de massa salarial desperdiçada
com o absenteísmo é preocupante,
esse foi um dos tópicos mais bem analisados
no curso de Administração da Faculdade
de Tecnologia e Ciência de Feira de Santana
na disciplina OSM ( Organização,
Sistemas e Métodos). Simulando uma organização
com 100 funcionários, trabalhando 08 horas/dia,
22 dias/mês é igual a 17.600 horas
disponíveis.
Se ao final do mês for contabilizado um
absenteísmo de 850 horas, o índice
será de 4,83%.
Mais crítico ainda: se o valor/hora médio
de trabalho dessa organização for
de R$6,00,
teremos um prejuízo direto de R$5.100,00,
mais encargos estimados em 48%, teremos um prejuízo
total de R$7.548,00/mês, no ano teremos
R$90.576,00. Nesses cálculos não
incluímos outras variáveis de despesas
que afetam diretamente o empresário.
Exemplo: a falta de um funcionário poderá
acarretar o descumprimento da entrega de um pedido
com data fatal em contrato!
O índice até então aceito
pela OIT (Organização Internacional
do Trabalho) é de 1,5%, segundo confirmações
fornecidas pelo colega Antonio Luiz Sampaio Gomes
da Belgo de Feira de Santana.
Portanto, controlar apenas os índices não
é tudo que se espera das organizações,
e sim pesquisar as causas e administrá-las
devidamente, tornando assim uma questão
de cunho social.
Colaboração
Prof. Zocateli
FTC Feira de Santana
Secretário CIFS
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